quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Splinter Cell:Chaos Theory



Medo do escuro?


Gráficos:9,8
Som: 8,0
Jogabilidade: 8,2
Diversão: 7,8
Replay: 7,8
Desafio: 9,4

NOTA FINAL:9,2

Controles:
R3- Câmera( pressionado- acessa câmera em primeira pessoa)
L3- Movimenta o personagem
O- Agacha
Start- pausa
Select- Acessa o seu Opset.
R1- Atira( com arma) e Mata(sem arma)
L1- aciona gadget( com arma) e nocauteia( sem arma).
Cima- visão eletrônica
esquerda- Night vision
direita- Thermal Vision
L2- Assobia
R2- seleciona arma
◘- saca a arma
Triângulo- Pula.

Splinter Cell: Chaos theory é o terceiro game da famosa franquia, que narra as aventuras de Sam Fisher, um dos proverbiais exército de um homem só. O jogo se destacou pela forma de vence-lo, se esconder nas sombras e passar despercebido. Sair Matando? Uma das mais óbvias formas de se morrer, e em Chaos Theory, o jogador encarnará mais uma vez o famoso Fisher. em missões que se passam em vários países, como Japão, Russia, etc. O game conta com gráficos, que estranhamente, são melhores que os do seu predecessor (Double Agent), eles contam com brilhantes efeitos de iluminação e expressões incrivelmente realistas para um jogo de PS2. O som é excelente, as freqüentes conversas dos inimigos e as informações deles são sempre bem elaboradas e diferentes( até um certo ponto, claro), talvez o que estrague sejam apenas as duas ou três músicas do game, mas, que de certa maneira, acabam compondo um clima de tensão. A jogabilidade é muito boa, tudo muito bem feito para facilitar bastante a sua vida, ou não, já que ela é um tanto complicada de se decorar. A diversão é grande, mas sinceramente falando, o jogo têm poucos momentos em que você fica realmente empolgado. O replay é bom, mas poderia ser melhor, as complicadas missões acabam tirando um pouco da graça do jogo. Ah! Já ia me esquecendo, o mapa do game é péssimo, não mostra nada além do seu objetivo, pecando em relação à Double Agent. O desafio? Bom, bem alto(mais difícil que o quarto game), mas ao pegar a manha do jogo, você nunca mais vai esquecer. Resumindo, considerando todos os altos e baixos do game, podemos dizer, de fato, que Chaos Theory mostra como se fazer um bom jogo de espião.

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