terça-feira, 15 de julho de 2008

Splinter Cell: Double Agent






Gráficos: 9,7



Som: 9,0



Jogabilidade: 8,8



Diversão: 8,8



Replay: 7,0



Desafio: 9,0






NOTA FINAL: 9,7









Já faz algum tempo que a Ubisoft comprou os direitos sobre a marca "Tom Clancy" ,e uma das primeiras experiências de tentar adaptar um livro para um jogo se saiu espetacularmente, prendendo todos em frente as telas com o fascinante mundo da espionagem de Sam Fisher, que apresentava desde uma física realista a vários Gadgets( Que poucos sabem se existem mesmo ou se são inventados, pois a espionagem é uma área restritíssima.). Desde o lançamento do jogo, Splinter Cell recebeu duas continuações, Pandora Tomorrow( a Pandora do amanhã) e Chaos Theory ( a teoria do caos). E a mais recente versão lançada, Double Agent, é exatamente o que o nome sugere, Sam agora trabalha para duas organizações: a JBA ( também conhecida como lado do mal) ou NSA ( também conhecida como third Echelon ou os moçinhos). Qual é a conseqüencia disso? Não se pode agradar a todos. Em geral, os objetivos das duas organizações podem ser cumpridos, mas alguns deles contradizem completamente o outro. Por exemplo: Em uma determinada missão, o objetivo da NSA é impedir que uma bomba exploda dentro de um transatlântico, e o da JBA, é mandar tudo pelos ares. Durma-se com um barulho desses... Nessas horas, em que não se pode agradar a todos, o jogo para, e é hora de escolher... Nesses momentos, é possível ouvir os pensamentos de Sam, cada um com sua conseqüencia, como: "Se eu não fizer isso, Emile pode matar Enricka... Ou a mim... ( conseqüencia do lado do mal) "Mas se eu não escolher baixar esse vírus, milhões de vidas serão perdidas... ( lado do bem) "É hora de escolher..." Deu para perceber o clima de tenção do jogo né? A confiança dos dois lados é medida por duas barras, e se uma delas chegar a zero, o jogo acaba. Os gráficos do game são espetaculares, obviamente, não são tão refinados quanto a de seus irmãos mais novos, mas o que chama mais atenção é que são quase tão bons quanto tal. Todos os personagens, especialmente, Fisher, são bem estruturados. O som também é excelente, com músicas que se adaptam a cada situação e contribuem ainda mais para o clima de tenção, além, é claro, das vozes realísticas dos inimigos que agem de forma realística, graças a uma extraordinária inteligência artificial, porém, que decepciona às vezes. O jogabilidade é muito boa, um tanto bagunçada, mas é boa,praticamente todos os botões tem alguma utilidade. A diversão é grande, com criativas formas de neutralizar os inimigos, porém, ela é atrapalhada por um confuso sistema de Saves. O replay é mediano, o modo multiplayer do game, pelo incrível que pareca, regrediu em relação a seu antecessor. O desafio é grande... Bem grande.... Como dizem, paciência é uma virtude, e em Splinter Cell esse pensamento é levado ao extremo, com em outros jogos dá série, sair no meio de um campo inimigo, mesmo se estiver com uma poderosa metralhadora, é praticamente suicídio. Bom, em suma, Double Agent carrega o incrível legado da série, sabendo com inovar e divertir, abrindo espaço para uma continuação...

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